yagé

Selo editorial dedicado ao estudo e à publicação de livros sobre antropologia, enteógenos, psicodélicos, plantas de poder, medicina da floresta, povos originários e arte visionária. Este selo contempla obras populares e publicações acadêmicas sobre este universo transcultural.

SANTO DAIME CULTURA AMAZÔNICA

A HISTÓRIA DO POVO DE JURAMIDAM

O livro situa o movimento do Santo Daime a partir do seu fundador, Mestre Raimundo Irineu Serra, e registra o início da expansão dessa manifestação cultural da Amazônia brasileira, além de descrever o contexto histórico a partir do Ciclo da Borracha, o avanço da agropecuária na década de 1970 e 1980 e suas consequências que influenciaram o Padrinho Sebastião no seu movimento migratório para a floresta. Nesse sentido, a obra retrata o messianismo de Sebastião Mota de Melo, que, em 1980, adentra a mata virgem liderando a comunidade que ele fundou em 1974, na Colônia Cinco Mil, para abrir o Seringal Rio do Ouro e, posteriormente, em 1983, o Seringal Céu do Mapiá. O livro é um trabalho pioneiro, um passo importante para sair da tradição oral e formar registros mais perenes e seguros, consolidando a memória do uso ritual das plantas medicinais ameríndias e a “saga do povo de Juramidam”, como a autora menciona em sua obra.

ficha técnica

SANTO DAIME CULTURA AMAZÔNICA

HISTÓRIA DO POVO DE JURAMIDAM
VERA FRÓES

  • 260 páginas, Papel Polen Bold 70 g/m2.
  • Papel Supreme 300 g para a capa.
  • Formato fechado 16 X 23 cm.
  • Peso: 300 g.

R$50,00

cOMPRar AGORA

ficha técnica

SANTO DAIME CULTURA AMAZÔNICA

A HISTÓRIA DO POVO DE JURAMIDAM

VERA FRÓES

Saiba mais
  • 260 páginas, Papel Polen Bold 70 g/m2.
  • Papel Supreme 300 g para a capa.
  • Formato fechado 16 X 23 cm.
  • Peso: 330 g.

R$50,00

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SOBRE O AUTOR

Vera fróes

Vera Fróes Fernandes é historiadora formada pela Universidade Federal do Acre (UFAC), com especialização em Gestão de Inovação em Fitomedicamentos da Biodiversidade Brasileira, pela Fiocruz. Trabalha em comunidades amazônicas com pesquisa etnobotânica associada ao desenvolvimento socioambiental desde 1987. Conviveu 12 anos com seringueiros e indígenas no Acre, onde pesquisou o poder das plantas medicinais da região. Foi secretária de Cultura da Boca do Acre (AM), em que sistematizou os conhecimentos tradicionais dos erveiros e raizeiros no tratamento das doenças endêmicas da região. Fundou o Instituto de Estudos Culturais e Ambientais (IECAM) e, em parceira com o National Botanical Research Institute (NBRI), em Lucnau, na Índia, foi a única brasileira a participar do projeto “Estudo Etnobotânico Comparativo entre Amazônia e Índia”, financiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD/ONU).